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Como trabalhamos

Como trabalhamos

Sem etapa inventada para encher proposta e sem caixa-preta. Você vai saber o que está sendo feito, por quê, e o que esperar de cada parte.

A ordem importa mais do que parece — e existe uma regra que a gente não quebra nem quando o cliente pede.

A regra que não quebramos: anúncio não conserta site ruim

Anúncio de busca não cria interesse do nada. Ele intercepta alguém que já está procurando e leva essa pessoa a uma página. Tudo o que acontece depois do clique é responsabilidade da página.

Se ela demora a carregar, não explica a aplicação do produto, não tem formulário funcionando ou não registra de onde veio o contato, o clique pago só acelera o prejuízo. Por isso a base vem antes da mídia — e, se não dá para arrumar a base, a gente não assume a conta.

É mais barato para os dois lados descobrir isso na primeira conversa do que no terceiro mês.

As etapas

  1. Conversa de diagnóstico — sem custo

    Você conta o que vende, para quem, quanto vale um pedido e como o cliente chega hoje. A gente levanta quantas pessoas procuram isso por mês na sua região, quanto custa aparecer e o que o seu site tem de problema. Em 20 a 45 minutos você sai com um retrato — com ou sem proposta depois.

  2. Entender o produto

    Antes de escrever qualquer coisa, sentamos com você ou com o seu time técnico: ficha técnica, aplicação, norma, objeções que aparecem na cotação, quem é o concorrente. É o que separa um texto que vende de um texto genérico.

  3. Arrumar a base

    Site ou páginas que carregam rápido, explicam o produto e têm caminho óbvio para o orçamento. Formulário e WhatsApp funcionando, medição ligada e testada, LGPD resolvida. Se o seu site já serve, a gente só corrige o que falta.

  4. Ligar a captação

    Google Ads nas palavras que o seu comprador realmente digita, com negativação desde o primeiro dia, e SEO nas páginas de produto para o longo prazo. Começa a entrar contato — cada um com a origem registrada.

  5. Garantir que o contato chegue

    O lead cai onde o seu vendedor realmente olha — WhatsApp, e-mail ou CRM —, na hora, com notificação. Lead parado numa caixa que ninguém abre custou o mesmo e não vale nada.

  6. Ler os números juntos, todo mês

    Relatório na linguagem do seu negócio e uma reunião curta: o que entrou, de onde veio, quanto custou e o que vamos ajustar. Você diz quais contatos prestaram — é esse retorno que faz a campanha melhorar.

Em que degrau a sua empresa está?

Quase ninguém precisa de tudo ao mesmo tempo. A gente começa onde você está e sobe quando o degrau anterior satura.

  • 1. Ser encontrável

    Site que carrega e explica o produto, páginas indexadas, perfil no Google e medição ligada.

    Sem isso nada acima funciona. É também o degrau mais ignorado, porque não parece "marketing".

  • 2. Comprar a intenção

    Google Ads na rede de pesquisa, nos termos de fundo, com página alinhada a cada termo.

    É o que traz resultado mais rápido — e o que mais depende do degrau 1 estar pronto.

  • 3. Ocupar a busca

    SEO e páginas por linha de produto, aplicação e dor.

    Demora mais, custa menos por contato no longo prazo e não para quando a verba para.

  • 4. Ir atrás de quem não procura

    Prospecção ativa, para mercados em que o volume de busca é pequeno demais.

    Só depois que a busca satura. Antes disso, costuma ser fuga do que dá retorno mais rápido.

A reunião mensal, em cinco perguntas

Relatório todo mês, até o dia 5, e uma reunião com roteiro fixo. Não é prestação de contas protocolar: é onde as decisões acontecem.

  1. O que entrou? Contatos, por origem e por termo.
  2. O que prestou? O seu retorno — quais viraram cotação, quais eram ruído.
  3. O que mudou no mercado? Concorrente novo na busca, termo que encareceu, sazonalidade.
  4. O que vamos ajustar? Decisões registradas, com responsável e prazo.
  5. Qual é o próximo degrau? O que faz sentido abrir agora e o que ainda não.

É a etapa que transforma relatório em decisão de investimento, em vez de opinião. Por isso ela não é opcional — nem para você, nem para nós.

Perguntas sobre o trabalho

Quanto tempo até a primeira campanha no ar?

Depende do estado da base. Com site e medição em condição, a captação começa em poucos dias. Com site a refazer, o caminho é mais longo — e vale a pena. O que não fazemos é subir campanha antes da base só para parecer rápidos.

Dá para pular o diagnóstico e começar logo?

Não. Sem entender produto, aplicação, ciclo e o que o comprador digita, a campanha vira aposta nas palavras óbvias — que costumam ser as mais caras e as menos qualificadas no B2B técnico. E o diagnóstico não custa nada.

Já tenho site, GA4 e campanha rodando. Muda alguma coisa?

Muda para melhor: a etapa de base vira auditoria em vez de construção, e o escopo é menor. O que mais encontramos nesse cenário é conversão registrando o evento errado e campanha sem negativação — dois problemas baratos de resolver e caros de manter.

Com que frequência a gente se fala?

Reunião uma vez por mês, com o relatório antes. No dia a dia, WhatsApp direto para o que não pode esperar. Não existe fila nem chamado.

E se eu quiser parar?

O primeiro ciclo tem prazo mínimo, para proteger a implantação — depois disso é só avisar com antecedência. Contas, domínio, site e dados são seus e vão com você.

Comece pela conversa de diagnóstico

Sem custo, sem compromisso e sem proposta pronta de prateleira. No fim dela você sabe se faz sentido — e a gente diz quando não faz.